10 de ago. de 2010

Brasis

... sou da floresta

sou da senzala

com feijoada

caço de arco e flecha



jogo peteca

bebo cachaça

sou da floresta

de cimento e pedra



sou da fazenda

sou da favela

jogo pelada

como de garfo e faca



leio suassunda

assisto novela

sou da caatinga

moro na rua...

Silvio Prado

THE POLITICAL BRASILEIROS!

I come from these verses.
One thing very macabre.
What I have seen for a long time.
The thing that horrendous.
The Political Brazilians have.
If processed.
Let us all.
It has been a huge enfado.
For the Throne of Alpha Draconis.
There is no greater sin.


All full of gains.
And greed go all loaded.
Both is that the public funds.
Many of them have washed, diverted.
Like rapozas sneaky.
That rise the roof.
Not even the Entrepreneurs.
Can sleep at night.
Not during the day.
Working tranquil quiet.


Like a mirror old.
Mirror old macabre and ears.
From the oldest to the youngest.
Building the peace.
Of all the people.
Terrible Thing ever seen.
Are your falcatruas.
Estampadas in all the newspapers.
So many that the anger of angels.
From there until the signs are already here.


In terrible thing.
Are they transfomado.
They are as old mirrors.
What has lost the charm.
With the whole picture blurry.
All dark all tarnished.
What more does not serve to mirror.
Ficarão them a day in tears.
When the entire image is breaking.
And the whole entire nation is fragmenting.

VALDIR PINTO!

OS POLÍTICOS BRASILEIROS!

Venho contar nesses versos.
Uma coisa muito macabra.
Que tenho por muito tempo observado.
A coisa horrenda que.
Os Políticos Brasileiros tem.
Se transformado.
Que para todos nós .
Tem sido um enorme enfado.
Pelo Trono de Alfa Draconis.
Não existe maior pecado.


Todos cheios de ganâncias.
E de cobiça andam todos carregados.
Tanto é que as verbas Públicas.
Muitos deles tem lavado, desviado.
São como rapozas sorrateiras.
Que sobem pelo telhado.
Nem mesmo os Empresários.
Conseguem à noite dormir.
Nem durante o dia inteiro.
Trabalhar tranqüilo sossegado.


São como um espelho velho.
Espelho velho macabro e roto.
Desde o mais velho ao mais novo.
Tirando a tranqüilidade.
De todo o povo.
Coisa horrenda vista jamais.
São suas falcatruas.
Estampadas em todos os jornais.
São tantas que a ira dos anjos.
De lá até aqui já dão os sinais.


Em coisa horrivel .
Tem eles se transfomado.
São como espelhos velhos.
Que se perdeu o encanto.
Com a imagem toda embaçada.
Toda escura toda manchada.
Que não serve mais para se espelhar.
Ficarão eles um dia em prantos.
Quando a imagem toda se quebrar.
E a Nação toda inteira se fragmentar.

VALDIR PINTO!

Politicamente Correto

Sou brasileiro

Interesseiro

Amigo de mim mesmo

Casado com um espelho

Com a imagem que anseio

Transmitir ao meu parceiro

Egoísta, invejoso, traiçoeiro

Tropical de fruta cítrica

Azedo consigo mesmo

Não sabe cantar seu hino

Pisa em sua própria bandeira

Não desbrava suas terras

Prefere uma língua estrangeira

Faz piada de seus heróis

Passa a perna no vizinho

Canta a mulher do amigo

Fala mal do que é bom

Só pra se sentir no tom

Rouba, prejudica

Sua própria trajetória

Colhe os frutos que plantou

Finge que perdeu a memória

Mas só quer saber quem têm

Algum para lhe oferecer

Burro e preguiçoso,

Quer conseguir sem merecer

Ter muito emprestando pouco

Fazendo tudo pra se aparecer

Saiba que ali na frente

Você vai encontrar

com algum brasileiro

trabalhando duro

Tentando te enganar!

Guilherme Pinfildi Papaléo

9 de ago. de 2010

"As cores da montanha / e os sons que vêm do vale, / tudo, mas tudo mesmo, / é a própria voz e a forma / de Sakyamuni."

Autor desconhecido