seja
verta
corrige
prepare
conjugue
uma na outra
lava tuas mãos
enquanto purgas
cura tuas chagas
acordar e dormir
sou
fui eu
depois pai
ser hei avô
para então filho
pedro campos
14 de jul. de 2011
11 de jun. de 2011
Vozes Digitais
Vozes Digitais atualiza publicações de autores não aclamados. Propõe um conceito próprio e original para poesia insinuada em fotos, desenhos, músicas, podcasts, videos, infinitas possibilidades e extensões. Enfim, sugere veredas e abre conexões para os portais do Instituto Voz e da Cidade do Conhecimento.
O Cosmonauta navega o Universo da rede através das iniciativas mais autênticas e inovadoras que encontra pelo caminho. Cosmopolita e autodidata ele é curioso, utiliza criativamente os multimeios para expressar ideias e influenciar atitudes.
As Trilhas indicam direção e sentido que orienta o vetor compreendido nesta manifestação artística. Apresenta todos os vídeos analisados neste estudo, a rota percorrida e o destino para onde aponta e se inclina.
As entrevistas em vídeo representam rico material de Domínio Público, com alguns trechos mais relevantes transcritos e aberto a comentários. Um espaço para promoção dos idealizadores desta intervenção cultural que presta um serviço de utilidade pública.
Vozes é um espaço aberto para livre opinião. Onde as pessoas podem soltar sua voz, exercer a liberdade de expressão e assim realizar o mais pleno exercício da cidadania. O som encontra seu Eco neste pano de fundo que encerra a jornada virtual. Nele estão contidos meus dados pessoais, Curriculos Vitae e Lattes e esta dissertação de mestrado.
O Cosmonauta navega o Universo da rede através das iniciativas mais autênticas e inovadoras que encontra pelo caminho. Cosmopolita e autodidata ele é curioso, utiliza criativamente os multimeios para expressar ideias e influenciar atitudes.
As Trilhas indicam direção e sentido que orienta o vetor compreendido nesta manifestação artística. Apresenta todos os vídeos analisados neste estudo, a rota percorrida e o destino para onde aponta e se inclina.
As entrevistas em vídeo representam rico material de Domínio Público, com alguns trechos mais relevantes transcritos e aberto a comentários. Um espaço para promoção dos idealizadores desta intervenção cultural que presta um serviço de utilidade pública.
Vozes é um espaço aberto para livre opinião. Onde as pessoas podem soltar sua voz, exercer a liberdade de expressão e assim realizar o mais pleno exercício da cidadania. O som encontra seu Eco neste pano de fundo que encerra a jornada virtual. Nele estão contidos meus dados pessoais, Curriculos Vitae e Lattes e esta dissertação de mestrado.
11 de mai. de 2011
Citadel
From my citadel I see the world
Images unfocused dance in symmetrical windows
await the arrival of new conflicts
New questions
get what life gives them the
Bitter or sublime
From my citadel I see the world, and
Dirty of surprise
I look in the mirror smiling
Inert, beatenCitadel
All layers of faded faces
In my city the pain goes away
Between bombs, splinters and bruises
For myself screaming voice that was not
In my city I'm not wanted
I'm a river, I'm nothing.
by Nick harrison
Images unfocused dance in symmetrical windows
await the arrival of new conflicts
New questions
get what life gives them the
Bitter or sublime
From my citadel I see the world, and
Dirty of surprise
I look in the mirror smiling
Inert, beatenCitadel
All layers of faded faces
In my city the pain goes away
Between bombs, splinters and bruises
For myself screaming voice that was not
In my city I'm not wanted
I'm a river, I'm nothing.
by Nick harrison
8 de mai. de 2011
Maternidade é um ato
e não se fundamenta no fato
De que a mulher nasceu para ser mãe.
Amor materno é construção
Que se sustenta no desejo
E não na imposição.
As mulheres quando meninas
Desde bem pequeninas
Aprendem cedo a cuidar.
Delas é esperado
Um papel determinado
Sem direito a reclamar.
Mas, ante exigências sociais
Há que haver uma distinção:
Bom mesmo é ser mãe real
Com ou sem tempo integral
Porém, sem idealização.
Mães não são fabricadas
Nem podem ser sufocadas
Em seu canto de desabafo.
É prazer e sofrimento
Descoberta e lamento
Que compõem a relação.
Iná Nascimento
e não se fundamenta no fato
De que a mulher nasceu para ser mãe.
Amor materno é construção
Que se sustenta no desejo
E não na imposição.
As mulheres quando meninas
Desde bem pequeninas
Aprendem cedo a cuidar.
Delas é esperado
Um papel determinado
Sem direito a reclamar.
Mas, ante exigências sociais
Há que haver uma distinção:
Bom mesmo é ser mãe real
Com ou sem tempo integral
Porém, sem idealização.
Mães não são fabricadas
Nem podem ser sufocadas
Em seu canto de desabafo.
É prazer e sofrimento
Descoberta e lamento
Que compõem a relação.
Iná Nascimento
5 de mai. de 2011
CRÔNICAS?
Queria compor uma crônica aguda. Câncer terminal, desses que leva antes da hora os miseráveis dependentes de hospitais públicos. Todos viciados usuários (!) ou, pelo menos, assim tratados.
Revolucionária. Como aquelas de outrora, que ainda tingem de preto promissores jovens de classe media esbaldados em bebidas, cigarros e outros importados; vomitando palavras de ordem em balcões de bares, cuja presença é mais alta que o dinheiro do mês de muito trabalhador brasileiro. Um exemplo de usuários bem tratados. Mas ‘apenas’ viciados.
Um crônico motosserra pra falar do fogo e de tudo que se queima nas churrasqueiras. A cor-de-carne como a força do sertanejo, do agricultor, do pedreiro e do mendigo.
Escandalosa, dessas que viram capa de jornal e de revista, mas o papel que se perca, vá pro lixo, se desmanche e se recicle, renovando-se escandaloso outra vez. “Cruz credo”, como dizia minha avó. Estão todos babando de vontade de ser feliz.
Enfim, que seja bem festiva! Samba enredo pra disfarçar de alegria nosso verdadeiro carnaval.
Por outro lado, me sinto frágil, incapaz de ta tal plágio, sou um mentiroso dissimulado: prefiro ficar aqui fazendo piada das minhas infelicidades, a ter que compactuar com essa que se mostra tão cruel e metódica – desde tempos em que o minuano era um refrigerante
Wagner Melo Oliveira Melo.
Revolucionária. Como aquelas de outrora, que ainda tingem de preto promissores jovens de classe media esbaldados em bebidas, cigarros e outros importados; vomitando palavras de ordem em balcões de bares, cuja presença é mais alta que o dinheiro do mês de muito trabalhador brasileiro. Um exemplo de usuários bem tratados. Mas ‘apenas’ viciados.
Um crônico motosserra pra falar do fogo e de tudo que se queima nas churrasqueiras. A cor-de-carne como a força do sertanejo, do agricultor, do pedreiro e do mendigo.
Escandalosa, dessas que viram capa de jornal e de revista, mas o papel que se perca, vá pro lixo, se desmanche e se recicle, renovando-se escandaloso outra vez. “Cruz credo”, como dizia minha avó. Estão todos babando de vontade de ser feliz.
Enfim, que seja bem festiva! Samba enredo pra disfarçar de alegria nosso verdadeiro carnaval.
Por outro lado, me sinto frágil, incapaz de ta tal plágio, sou um mentiroso dissimulado: prefiro ficar aqui fazendo piada das minhas infelicidades, a ter que compactuar com essa que se mostra tão cruel e metódica – desde tempos em que o minuano era um refrigerante
Wagner Melo Oliveira Melo.
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