Mistério do planeta
ou da meia noite
Miss histérica
Mister estéreo
Era só cada miss ter rio
e o mister rir
mais um r
mais um s
para o sol solar e o rio ir
e a assim a miss teria um mistério?
Giselda Gil
31 de out. de 2011
30 de out. de 2011
Segui, pelas ruas de minhas angustias.
Cheguei a pensar que não valeria à pena....
Quantas vezes, tombei? Não sei!
Me perdi. Fiquei zonza; acuada num canto escuro;
de solidão, ardendo..
Mas existe àquela força, sobrê humana,
Que age secreta e envolvente,
Forte como o fogo;
Brabas ondas de maré, à ressucitar terras novas;
enxurradas de sentimentalidades amadurecidas.
Os poemas são minha cura.
Onde em silêncio, incorporo infinitos.
Que invadem meus segredos à descreverem -
litoranêos de Deus!
Emergir o corpo expelindo faíscas de vida - levantado pela alma;
Corpo ancorado notra vida - dentro desta.
Alma em marfim. Alma que transporta!
veralynpoeta
Cheguei a pensar que não valeria à pena....
Quantas vezes, tombei? Não sei!
Me perdi. Fiquei zonza; acuada num canto escuro;
de solidão, ardendo..
Mas existe àquela força, sobrê humana,
Que age secreta e envolvente,
Forte como o fogo;
Brabas ondas de maré, à ressucitar terras novas;
enxurradas de sentimentalidades amadurecidas.
Os poemas são minha cura.
Onde em silêncio, incorporo infinitos.
Que invadem meus segredos à descreverem -
litoranêos de Deus!
Emergir o corpo expelindo faíscas de vida - levantado pela alma;
Corpo ancorado notra vida - dentro desta.
Alma em marfim. Alma que transporta!
veralynpoeta
29 de out. de 2011
Fantasia da flor
Ela era tão bonita
a melhor companhia
não existe dia triste
acabou tanta agonia
tirou o bêbado da corda bamba
deu visão a quem não tinha
encharcou o campo seco
espantou a nuvem fria
e calou o choro feio com uma linda poesia
De tanta coisa boa que existe
Ela recusa autoria
Que o maior prazer incide
Em viver a liberdade
Não ser dono do universo
Compreender a igualdade
Todo mundo diferente
Diferença é roupagem
há de quem dela duvide
sua efêmera profecia
como a vida de uma flor
que se fecha ao fim do dia
antes tarde do que triste
Andes triste fantasia
Beto Mattos
a melhor companhia
não existe dia triste
acabou tanta agonia
tirou o bêbado da corda bamba
deu visão a quem não tinha
encharcou o campo seco
espantou a nuvem fria
e calou o choro feio com uma linda poesia
De tanta coisa boa que existe
Ela recusa autoria
Que o maior prazer incide
Em viver a liberdade
Não ser dono do universo
Compreender a igualdade
Todo mundo diferente
Diferença é roupagem
há de quem dela duvide
sua efêmera profecia
como a vida de uma flor
que se fecha ao fim do dia
antes tarde do que triste
Andes triste fantasia
Beto Mattos
pandeiro e o relicário
eu ando dentro dos seus passos
sou uma sombra que sente dor
a sobra da tua luz
o laço que o sol não desatou
ando perdido em palavras
e você não me achou
fui na feira comprar fato
achei teu casco coro de rato
um pandeiro desafinado
e o chato de um animador
Beto Mattos
sou uma sombra que sente dor
a sobra da tua luz
o laço que o sol não desatou
ando perdido em palavras
e você não me achou
fui na feira comprar fato
achei teu casco coro de rato
um pandeiro desafinado
e o chato de um animador
Beto Mattos
27 de out. de 2011
A vida é minha deixa...
As ruas sussurram
Esquinas se beijam
Olhares perfuram o escuro
Pichadores maculam igrejas
Eu fujo sem que me vejam
Maluco beleza
Obscuro igual Raul Seixas
A vida é minha deixa
Já acumulo tantos murros em pontas de faca
Que mal consigo contar nos dedos as vezes em que estive em apuros, saca?
Igual um bebe chutando do útero
Eu luto pelo futuro
Sem nem um puto no mundo adulto e babaca
Eu não durmo mais eu sonho
Componho no turno noturno
Não controlo o rumo das minhas canções
Entre letras e números tretas e outros absurdos
Eu quase perdia a razão, tive as minhas razões
Eu não represento o senso comum, tudo que eu penso é incomum é denso, é tenso é a vida vista no zoom
Perdida, desperdiçada, despedaçada
pra mim prometida
parte partida
parte de carga pesada
meio inibida
pouco tentada
beleza testada
tudo ou nada
sonho acordado
vivendo meu sonho
sonhando a minha vida
meto o pé na estrada
eu to decidida
a não ficar muda
eu vou fincar minha raiz
sou bruta flor
crescer e ser pra sempre um aprendiz
de feiticeiros
poetas
guerreiros
e na certa
com amor e tolerancia
eu vou chegar na minha meta
to numa viajem de perguntas
a procura de respostas
ponho fé na minha conduta
e pago o preço da aposta
to pronta pra jogar
nesse selva de concreto
pra perder
ganhar
pelo justo pelo certo
eu me imponho uma nova melodia
eu me alimento de um novo dia
Kl Jay, Aori e Lívia Cruz
Esquinas se beijam
Olhares perfuram o escuro
Pichadores maculam igrejas
Eu fujo sem que me vejam
Maluco beleza
Obscuro igual Raul Seixas
A vida é minha deixa
Já acumulo tantos murros em pontas de faca
Que mal consigo contar nos dedos as vezes em que estive em apuros, saca?
Igual um bebe chutando do útero
Eu luto pelo futuro
Sem nem um puto no mundo adulto e babaca
Eu não durmo mais eu sonho
Componho no turno noturno
Não controlo o rumo das minhas canções
Entre letras e números tretas e outros absurdos
Eu quase perdia a razão, tive as minhas razões
Eu não represento o senso comum, tudo que eu penso é incomum é denso, é tenso é a vida vista no zoom
Perdida, desperdiçada, despedaçada
pra mim prometida
parte partida
parte de carga pesada
meio inibida
pouco tentada
beleza testada
tudo ou nada
sonho acordado
vivendo meu sonho
sonhando a minha vida
meto o pé na estrada
eu to decidida
a não ficar muda
eu vou fincar minha raiz
sou bruta flor
crescer e ser pra sempre um aprendiz
de feiticeiros
poetas
guerreiros
e na certa
com amor e tolerancia
eu vou chegar na minha meta
to numa viajem de perguntas
a procura de respostas
ponho fé na minha conduta
e pago o preço da aposta
to pronta pra jogar
nesse selva de concreto
pra perder
ganhar
pelo justo pelo certo
eu me imponho uma nova melodia
eu me alimento de um novo dia
Kl Jay, Aori e Lívia Cruz
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